Contos Trágicos e Cômicos de Enganar ou Não a Morte
Novembro e Dezembro de 2025
A montagem é uma adaptação do conto “Quase Morte de Zé Malandro” do livro “Contos de Enganar a Morte”, de Ricardo Azevedo. Este conto narra a história de Zé Malandro, que recebe a visita de uma viajante em sua casa. Por ter sido bem recebida, ela concede a ele quatro pedidos. Em vez de aceitar a sugestão de ter seus pecados perdoados e a salvação eterna, Zé malandro prefere um pedir para ser invencível no baralho, prender alguém uma figueira, e num banquinho, assim como dentro de um saco. Com o desenrolar da história, esses pedidos são utilizados para se enriquecer, enganar a morte e o diabo
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Apresentações
A peça foi apresentada em novembro no Teatro Universitário de Curitiba (TUC) e em dezembro no Miniauditório Guaíra. Luiz Gustavo (Guga) interpretou o diabo, Leonardo Pacheco interpretou Zé Malandro, Regina Faria interpretou a Morte e Santa Ana e Sirlene Borges interpretou a viajante e a diaba. Gabbiel ficou responsável pela iluminação. Regina cuidou do figurino e cenário. Max Braga foi responsável pela direção colaborativa, produção e sonoplastia. A plateia estava sempre cheia e um dos dias lotamos o miniauditório e tivemos que colocar cadeiras extras, para a rechear de satisfação todos os envolvidos.
O grande diferencial foi o convite para integrantes da plateia participarem de algumas cenas, como jogar baralhos com o Zé Malandro na mesa ao centro do palco e também celebrar a prisão da Morte na Figueira e do Diabo no banquinho. A interação da diaba com a plateia também atraiu atenção e arrancou aplausos. A trilha sonora foram sambinhas da década de 60 e 70 trazendo uma atmosfera de época ao mesmo tempo que confirmava a característica atemporal do tema central da peça.











